Bolsonaro recebe alta e deixa hospital em SP: “volta à normalidade”

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) recebeu alta após quase três semanas internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo. No total, o político ficou internado por 18 dias.

Nas redes sociais, o presidente agradeceu pela recuperação. “Só tenho a agradecer a Deus e a todos por finalmente poder voltar a trabalhar em plena normalidade”, declarou.

De acordo com o último boletim médico do hospital, Bolsonaro recebeu alta “com o quadro pulmonar normalizado, sem dor, afebril, com função intestinal restabelecida e dieta leve por via oral”.

Bolsonaro foi para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e decolou para Brasília por volta das 13h.

Quando chegar a Brasília, Bolsonaro vai direto para o Palácio da Alvorada, sua residência oficial, segundo a assessoria do presidente. Ele está acompanhado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e de assessores no retorno à capital federal.

Até o momento, não há previsão de compromissos para a tarde, informou

Ao entrar no salão do Palácio do Planalto em que ocorreu a declaração à imprensa, Rêgo Barros disse que hoje seria uma fala de alegria e boas notícias. Segundo ele, Bolsonaro acordou “extremamente animado” e “ansioso” para retornar para casa e aos trabalhos.

Veja como será a rotina do presidente após a alta, segundo seu porta-voz:

seguirá para o Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, onde mora com a família;

foi recomendado pela equipe médica para se manter em repouso pelos próximos dias;

deverá fazer uma autoavaliação quanto à sua capacidade de promover reuniões, receber ministros e realizar deslocamentos;

será monitorado pela equipe de médicos, enfermeiros e fisioterapeutas já pertencentes à Presidência, além dos cirurgiões em São Paulo, sem reforço de pessoal;

a agenda oficial para os próximos dias ainda não foi divulgada e está em aberto;

é possível que despache do Palácio do Planalto posteriormente.

Em 28 de janeiro, Bolsonaro passou por uma cirurgia para retirada da bolsa de colostomia que usava em razão do atentado a faca que sofreu em 6 de setembro durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG).

Para o procedimento –que reconstruiu o trânsito intestinal de Bolsonaro–, ele foi internado um dia antes, 27 de janeiro, e desde então ficou no hospital, onde foi montado um gabinete improvisado para que pudesse despachar, o que passou a fazer dois dias após a cirurgia

A previsão era que o presidente tivesse alta no começo de fevereiro, mas ele acabou apresentado quadros de pneumonia bacteriana, febre e episódio de náuseas e vômitos.

Fonte: Notícias UOL

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