
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) em entrevista nesta segunda (28) em Abu Dhabi, anunciou que vai criar o PDN (Partido da Defesa Nacional).
Não será a UDN, PED ou PRONA, esses três novos partidos estão em processo de homologação junto ao TSE. E todos sonharam em receber o clã bolsonarista nas fileiras de sua sigla.
Mais de acordo com o Metrópoles, Jair Bolsonaro vai criar sua própria legenda, para acabar de vez com toda essa briga com o PSL, especialmente que o Luciano Bivar, presidente do PSL, vai expulsar, o deputado Eduardo Bolsonaro do partido.
O PDN (Partido da Defesa Nacional) para sair do campo das idéias, e ir para a realidade, necessitaria de colher pelo menos 500 mil assinaturas de apoio, em pelo menos 9 estados. E todas elas serem aprovadas pelos TREs das localidades. Na prática os partidos costumam colher 1 milhão de assinaturas para serem aprovadas as 500 mil.
Mesmo, se inicia-se hoje o processo para a criação do partido, ele não ficaria pronto a tempo para concorrer as eleições municipais de 2020, onde os brasileiros irão as urnas escolherem os novos prefeitos e vereadores dos municípios.
Mais seria viável ficar pronto para as eleições de 2022, onde com certeza Bolsonaro vai tentar a reeleição e seus filhos também.
De fato seria interessante do ponto de vista político, o clã bolsonarista, ter o seu próprio partido, para chamarem de seus. Pois como dizem: os filhos do presidente não aceitam, não serem protagonistas, nas siglas que estiverem.
Esse problema com o PSL, infelizmente não é novo. Bolsonaro não é ideológico, e não para em partidos, ele (o presidente) já passou por pelo menos meia dúzia de partidos políticos, desde sua primeira campanha.
Agora com sua própria sigla, não teria mais esse problema de “entra e sai”, e especialmente de relacionamentos com os presidentes partidários.
Hoje em dia é um excelente negócio criar um partido, pois a partir da homologação pelo TSE, automaticamente o novo partido já tem direito ao fundo partidário, fundo eleitoral, tempo de TV e Rádio.
Os presidentes dos partidos controlam como querem essa pequena fortuna de dinheiro público, que cai todos os meses nas contas dos partidos.
Mais o que é certo é que se o clã bolsonarista, não resolver o quanto antes essa situação partidária, eles correm o sério risco, de não receberem um centavo do PSL, paras as eleições de 2022.
Fonte: com informações do Metrópoles, e fotos da internet.