Planaltina se movimenta para a escolha do novo administrador

Planaltina DF

Planaltina é a cidade mais antiga de Brasília com mais de 160 anos, entra e sai administrador e parece que as coisas não andam.

Precisamos evoluir econômica e socialmente e o impulsionador é o chefe do executivo local, o administrador regional.

Parece estranho falar em desenvolvimento em meio à pandemia, porém é no período de crise que precisamos de alguém com uma visão futurística e que coloque Planaltina no eixo de visibilidade do poder executivo distrital.

É visível a movimentação de várias lideranças de pesos nos grupos políticos de whatsapp, buscando orientar e de certa forma intervir na decisão da indicação, no entanto todos sabem que cabe ao deputado Claúdio Abrantes, líder do governo na CLDF, a indicação para o cargo.

O que é de fato consenso entre as lideranças é que o administrador interino, Célio Rodrigues, não é nada mais do que um tampão até a indicação definitiva, pois ele não atenderia por motivos técnicos e políticos às expectativas das lideranças, que certamente já mostram que dessa vez querem ter alguma influência.

Há dias que vêm surgindo a todo instante enquetes com nomes para a população escolher quem indicaria para o cargo.

Nomes como o Hélio Rosa, Tales Alves, Cel Genilson, Denizia Maria, Alan Kaderc, Ana Paula Damasceno, Rogério do Buritis e até mesmo o icônico Magal. Esses nomes estão permeando o imaginário da população.

Isso mostra que o Deputado Cláudio Abrantes precisa o mais rápido possível fazer a indicação e apaziguar essa acalorada discussão.

Penso que precisamos de alguém do seio da comunidade ou pelo menos que as lideranças sejam ouvidas.

Analisando a conjuntura política a longo prazo, o Deputado provavelmente indicará alguém de sua confiança, arrefecendo primeiro o notório racha dentro seu grupo político.

Porém não deveria deixar de ouvir as lideranças setoriais.

Seria muito interessante que o Deputado inovasse em sua gestão, a ponto de ouvir o que as lideranças têm a falar a respeito. Talvez reunir as lideranças dos setores e de grupos, como:

Tales Alves, Prefeito do Grande Mestre D’Armas,

Rogério do Buritis 2,

Ronaldo do Vale do amanhecer,

Graça da Pombal,

Eunice Alcântara do Buritis,

Simone do Centro Histórico,

– Ronaldo do Arapoanga,

Zé Roberto do Condomínio Mestre D’Armas,

Tamara Naiz, dos movimentos Sociais,

– China da PM,

Uesllei Almeida, do Jardim Roriz,

– Brummer, conselheiro tutelar,

Professor Augusto, Movimento Pro Planaltina.

Tal atitude demonstraria respeito que essas lideranças nunca tiveram, considerados pelos políticos apenas massa de manobra no período eleitoral, e logo após desprezados e o pior desprestigiados. E fato que são elas (lideranças) que fazem o trabalho na ponta, desprendendo seus talentos, recursos próprios sem receberem nada em troca, apenas o reconhecimento da comunidade a quem servem.

Cláudio Abrantes precisa pavimentar seu caminho para eleição de 2.022, que dependendo do cargo que o deputado venha a concorrer será muito difícil, tendo em vista o comportamento do seu grupo político.

Cláudio deve buscar primeiramente um nome que seja técnico, político e que agregue também as lideranças.
De preferência alguém que não esteja contaminado com a disputa interna da administração que culminou com a exoneração do Gilson Amorim.

Dentro do seu grupo político não tem muitas opções que atenderia essa expectativa, mais surge nomes como o do Hélio Rosa, Paulinho da Lívia Farma e Denizia Maria.

Precisamos muito mais que distribuição de cestas básicas, máscaras e uma tenda por parte da administração regional, já que isso é um programa do governador Ibaneis.

A sociedade anseia alguém que saiba delegar ações emergenciais e tenha a competência de elaborar um projeto para colocar a nossa Planaltina no eixo distrital para que, quando o governo falar em políticas públicas e desenvolvimentista, a nossa cidade deixe de ser preterida por outras como Taguatinga e Ceilândia.

Temos um deputado que tem grande influência no governo e esperamos que ele satisfaça essas expectativas.

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